Publicado por: lucasgrandefranco | abril 8, 2008

Olhos abertos para o Tibet

     O estado chinês, quase que unanimemente, está sofrendo severas críticas pela repressão aos movimentos separatistas do Tibet. É muito fácil remar a favor da corrente e condenar o estado autoritário chinês, e esquecer que se o mundo todo pede a libertação do Tibet é porque há uma propaganda fortíssima dos interesses dos Estados Unidos e países da União Européia em derrubar a China, mesmo que moralmente, já que está será a futura potência econômica do mundo.

      A China hoje, assim como os maiores países do mundo em território, não se unificou por acaso: se tomada Pequim como centro, a China tem uma pluralidade cultural enorme, assim como os EUA, que passaram de 13 colônias (território restrito a parte do litoral leste do país) para 4º maior país do mundo (com muitas guerras e compra de territórios), e o Brasil, que conseguira empurrar seu território em direção ao centro do continente com o auxílio dos sanguinários bandeirantes.

      A unificação da China foi uma medida para fortalecer o país contra o imperialismo, já que um território grande e unido pode bater de frente com seus adversários com mais força, e a China precisava disso, pois mesmo sendo comunista, passou a não mais ter apoio da União Soviética e ficou isolada (daí a importância do povo chinês na reconstrução do país, e daí porque as potências gostam de separar nações, assim como fizeram na África e América latina).

       Hoje a China não vive a utopia sonhada por Mao Tse Tung: os camponeses e operários, que juntariam a parte urbana e rural do país em pró do ideal de libertação, hoje sofrem nova divisão, e em cidades populosas como Pequim e Xangai se encontram níveis alarmantes de miséria, além dos meios de produção ‘mistos'(o estado autoritário ainda tem muito poder por lá, mesmo numa economia capitalista- diferente das teorias de Mao Tse Tung, que se assemelhavam com o anarquismo pelos planos de aos poucos acabar com a hierarquia e deixar o povo opinar sobre o partido livremente), porém, mesmo nesse rumo capitalista, onde a maioria de seu povo vive na miséria, a China é o maior desafio para as potências que há muito tempo mandam no mundo, e por isso é importante pensar sobre a questão do Tibet: procurar argumentos sólidos desse povo pela sua libertação (muitos argumentos realmente são válidos, pois o estado chinês por muito tempo pregou o ateísmo- muito forte nas correntes esquerdistas- e por isso o budismo fora menosprezada) e, caso haja a independência, exigir também a libertação das crianças do leste asiático que são exploradas pela Nike, exigir a permissão para que o Irã possa continuar suas atividades de enriquecimento de urânio (que fará este país mais próspero), exigir justiça na divisão de faturamento na extração de minério na África… Porém, o mundo parece olhar apenas para a China, que realmente reprime os tibetanos, mas que só são o centro das atenções na luta em ‘pró da liberdade e justiça contra os oprimidos’ porque ela ameaça a hegemonia dos ainda poderosos, sendo que a China é uma emergente de grande potencial.

         O estado chinês realmente é repressor, porém, a hipocrisia de desvirtuar fatos por não serem do interesse dos grupos dominantes me faz ter cautela antes de levantar qualquer bandeira. 

Publicado por: lucasgrandefranco | fevereiro 20, 2008

Fidel, o grande líder.

     Esta semana a notícia que tomará conta das manchetes dos grandes jornais de todo o mundo será a renúncia do líder cubano Fidel Castro. A depender da ótica, este poderá ser chamado de ditador ou herói. Mas de fato, todos reconheceram a influência desse homem numa pequena ilha que ganhou fama por uma revolução que até hoje mantem seus fortes laços com o desafio à ordem imperialista opressora.

      Se nem todas as pessoas do mundo compartilham da minha forma de pensar, eu posso me entrenter com essas com o que temos de semelhante(ao inves de nos confrontarmos com as diferenças, que não levará ninguém a lugar nenhum), só que certos tipos de pensamentos me causam revoltas, e eu tento me controlar para não dar discursos autoritários, afinal não sou dono da verdade, e um grande exemplo de revolta foi uma frase do ‘pensador’ peruano Alvaro Vargas Llosa sobre os 40 anos da morte de Che Guevara: “Não há motivo para comemorar nada. Che Guevara incorporou o pior da tradição da violência política na América Latina e acabou contribuindo para o subdesenvolvimento do continente.”

        Uma resposta que eu gostaria de dar ào Alvaro Llosa num debate(e queria ouvir sua réplica para depois o humilhar numa tréplica): o senhor acha que devemos abaixar a cabeça e aceitar a nossa condição de inferiores? Todo o tipo de exploração feita no nosso continente serviu para enriquecer poderosos e deixar na miséria nativos donos desta terra, e a violência na América Latina nada mais é que a consequência dessa condição miserável causada por uma ordem que Che, Fidel e seus camaradas tentaram derrubar, para aí sim estabelecer justiça num território que o sangue fora derramado em nome de um sistema sem conciliações diplomáticas, em que a única forma de derrubá-lo seria dando o troco da mesma forma sangrenta.

      Méritos para Ghandi que conseguira uma independência pacífica, mas é preciso não confundir nem misturar ocasiões que se assemelham apenas pelo fato de terem se tornados uma luta por justiça social. Às vezes é preciso partir para a luta armada, e só as guerrilhas mais organizadas, que estão longe de objetivos particuares de líderes em conseguir poder, podem se tornar vencedorar, e por isso Cuba ainda hoje está hoje de pé lutando de igual para igual com o mercado inteternacional: porque não foram apenas líderes ensinando camponeses a lutar, e sim uma estratégia bem sucedida e com uma ideologia fantástica que fazia desses camponeses excelentes guerrilheiros e ideólogos(quando o objetivo não faz sentido, corre-se o risco de, caso as pessoas contestarem a razão da missão, fracassarem).

         Há quem conteste que a ‘democracia é tudo’ e afirmam que ‘um regime totalitário jamais deve ser aceito’; Pois bem, isso é um discurso maquiado das elites que querem eleger os candidatos que sejam mais convinientes com seus planos(que é oprimir e defender uma minoria), e pense bem, quem ganha eleição é quem mais investe em propaganda(as chamadas ‘eleições livres’ são uma farsa, quem vence não é o candidato e as suas idéias, e sim o dinheiro que lhe for investido junto com a competência do seu comitê eleitoral). Então por isso os EUA só querem refazer os laços diplomáticos com Cuba após as eleições livres na ilha: porque ela irá fincanciar o candidato que lhe for mais conviniente, e assim Cuba se tornará novamente um prostituta dos interesses estado unidenses.

       Fidel Castro governou até quando pode, e inclusive para começar sua luta, renunciou às regalias, ja que sua família era proprietária de terras, e este vivia uma boa vida(diferente da maior parte da população). Hoje, Cuba pode ter problemas, mas em grande parte o responsável por eles são os EUA: o bloqueio econômico imposto, em que nenhum país das Américas poderia negociar com a ilha de Fidel, fez o país diminuir receita, e por isso existe pobreza, e por isso há quem queira sair de lá: porque querem ter uma vida mais confortável, com mais bens materiais(e de fato, nos EUA estas terão mais oportunidades, embora sejam exploradas sem piedade e sua força de trabalho enriqueçerá os patrões), e estas provavelmente não conhecem a história da revolução do próprio país, em que o inescrupuloso Fulgencio Batista, líder que mandava no país, favorecia as elites locais e o povo vivia miseravelmente(em Cuba hoje há pobreza, mas não miséria, e o acesso a educação e saúde pública são de qualidade).

        Fidel foi um grande líder, se houve contradições na sua forma de ser e governar, como em todos nós seres humanos, estas foram mais enfocadas que seu respeito àos direitos humanos, afinal, diferente da ditadura militar(uma direita extremamente perversa), Fidel não torturava inimigos políticos e refugiados(o episódio na Baía dos Porcos pode ser considerado como uam operação de guerra, e não atentado àos civis), e não enriqueceu com a revolução, embora a revista Forbes de maneira extremamente tendenciosa o atribui o 10º lugar na categoria “governantes e membros da realeza mais ricos do mundo” somando o patrimônio das empresas estatais do governo de Cuba. Se o mundo aderisse à ideologia dessa revolução, a fase de transição de estado para povo no que se refere à propriedade dos meios de produção ja teria ocorrido.

       Homem de coragem(que eu estou longe de ter, mas admiro muito), ideologia coletiva e força(nem os grandes meios de comunicação tendenciosos e poderosos conseguiram o derrubar), torcemos para que a América Latina, que hoje vem com uma corrente esquerdista tomando o poder de diversos países, bata de frente com a ordem dominante. E como diria o grande escritor colombiano Gabriel García Márquez: “Só se admite que um homem olhe para outro de cima para baixo se for para estender-lhe a mão e ajudá-lo a se levantar.”

Publicado por: lucasgrandefranco | fevereiro 18, 2008

Novas mídias

      Bom, a GrandeSportS ja vai completar 2 anos(não exatamente com o nome de ‘GrandeSportS’, e sim com o site que lhe deu origem, o paznomundo)  com produções próprias, embora amadoras. É preciso evoluir, não só para novos programas de edição de reportagens(substituir o Paint-capas- e Windows Movie Maker-vídeo- por programas mais modernos), como também partir para outros ramos, como os folhetins impressos, primeiramente para os poucos que conhecem o trabalho e em universidades, e mais tarde, quem sabe com anunciantes que arquem as despesas de produção, poderão sair jornais em larga escala.

        É preciso também investir na produção áudio-visual, produzir programas em estúdios, mais de 1 câmera, e reportagens nas ruas; A revista eletrônica da GrandeSportS poderá ser mensal e trazer o resumo do que fora noticiado nos folhetins semanais(quando a GrandeSportS virar grande, e não depender apenas de mim, Lucas Franco, os folhetins poderão ser diários.

        Os folhetins serão vendidos, mas não procuro obter grandes lucros com a venda(os lucros serão com os anunciantes), e sim para manter mais respeito com o material, ja que geralmente quando este é de graça, existe uma tendência a ser desvalorizado, jogado no chão, transformado em aviãozinho de papel…

       O Pod Cast estará num site que funcionará como portal, e terá salas de chat, acesso através de links para os sites conveniados mais antigos, textos, imagens em alta definição, vídeos e os anúncios publicitários, que espero eu, ajudará muito à GrandeSportS a se tornar ‘Grande’ com os ‘SportS’.

        Para divulgar, penso em anunciar a GrandeSportS, e para isso gastarei uma certa verba, não sei se empréstimos em bancos ajudarão, tamanha taxa de juros, mas se depender de corte de verbas, a divulgação será no boca a boca mesmo, e com brindes como camisas, bonés, dvds dos primeiros momentos da rede, além da distribuição de cartões.

        Ja estou há muito tempo sendo amador, quero ser profissional!

Publicado por: lucasgrandefranco | janeiro 8, 2008

O mundo pela ótica do povo

       Nas classes média e alta do Brasil, o que não falta são pessoas reclamando da atual situação da nossa política externa, da violência e corrupção; Todos sabem e adoram reclamar, mas uma minoria se preucupa em mudar esse panorama, lendo fontes diversificadas de um mesmo acontecimento(e não apenas as revistas de direita) e não se importando apenas com o que mexe com os seus interesses; Para a classe média, a solução para a violência são leis mais rígidas e investimento alto em segurança pública, para sustentar esses sistema injusto e opressor perto do ponto de saturação, em que a melhor solução seria o investimento na educação, e não falo apenas em educar cidadões ensinando-os valores éticos(ja bastaram os jesuítas para acharem que o conhecimento é ‘o redentor’ e principal fator para ‘curar os selvagens’), mas sim em prepara-los tecnicamente para uma profissão e assim mudar suas histórias de vida, tendo oportunidades iguais.

           Com argumentos valorizando mais a ótica das massas não quero dizer que todos os infratores devem passar impunes por suas transgreções sociais, porém, a maior parte do povo brasileiro leva uma vida de luta ‘andando na linha’, e muitas vezes não vencem essa luta porque são bandidos de paletó e gravata, como políticos vendidos e empresários opressores, que mantem esse sistema injusto funcionando, porém, a classe média só a critica quando esta toca em sua ferida: se um trabalhador honesto da cor mulata morre no complexo do alemão, foi apenas ‘mais um’ nas estatísticas, porém só quando um branco abastado morre é que os meios de comunicação se comovem e pedem a redução da maioridade penal, pena de morte… Quando se faz um protesto na praia de Copacabana, cravando várias cruzes na areia, simbolizando todas as perdas humanas vítimas da violência na atualidade, há quem reclame, afirmando ”vai assustar os turistas” ou ”é desagradável demais ver isso aqui”… Então legal é reclamar, mas a solução tem de vir dos políticos sempre? Que nação é essa que aceita uma minoria mandar num país?

            Se a classe média mantem essa ótica egoísta de mundo, o povo ainda não descobriu que tem o cetro nas mãos. No livro 1894, em que o povo é chamado de ‘prole’, Winston Smith(personagem principal, que tenta revolucionar o sistema, sendo que faz parte de uma minoria privilegiada) afirma ”se alguém pode mudar as coisas são os proles”. Porém, o que se ve é uma publicidade acomodando o povo a se sentir bem numa situação de miséria, e este muitas vezes pode até lutar para subir de vida, mas sua causa é individual e no máximo, abrange seus familiares, amigos e conhecidos, e não a sociedade como um todo(caso dos jogadores de futebol e pagodeiros), pois no dia que isso acontecer de forma geral, o mundo pode realmente mudar para melhor. Porém, várias coisas prendem o povo à não lutar: seus patrões podem te despedir se notarem qualquer comportamento desviante, e ficar desempregado só vai piorar as coisas; Enquanto os meios de produção não forem populares, haverá medo em revolucionar, mesmo sabendo que um dos princípios da revolução é a popularização destes bens.

         O preconceito está muito embutido dentro das próprias mentalidades populares: os policiais, que são povo, desconfiam muito mais de seu semelhante do que de um membro da elite, sendo que na elite estão as mais inescrupulosas classes sociais(as A e B), que ‘dividem’ suas riquezas de forma extremamente injusta, e algumas vezes nem se quer ‘pegam no batente'(como os socialites), muitas vezes, apenas são ‘donos do negócio’, e pagam mal para quem o administre de fato(ou administram explorando de cada funcionário o máximo que este o puder produzir, e não importando o quanto seja, este ganhará o mesmo salário).

        Num show de axé, uma certa banda começou a tocar a música oficial do comando vermelho, presente no filme tropa de elite, e como eu estava do lado da cabine dos policiais interroguei um deles perguntando “O que você acha de uma música feita contra a polícia se tornar POPULAR e aceita em show desse porte?”, ele respondeu “Pois é, temos que aceitar, fazer o que, existem tantas coisas piores, isso acaba sendo besteira”; Policiais matam traficantes para manter a PAZ de uma minoria, e mesmo ambos sendo POVO, se vem como inimigos, e no entanto, os vendedores de entorpecentes são pessoas que foram maltratadas por esse sistema opressor injusto, se tivessem oportunidades, poderiam mostrar sua verdadeira essência que nada tem haver com o medo que impõe sobre a sociedade, e sim seus sentimentos e emoções que o fazem ser pessoas como eu e você e que não querem a vida que tem para as pessoas que gostam, pois este medo é uma forma de defesa, sua particilarmente e da sua comunidade, ja que muitas favelas miseráveis e esquecidas só tem algum dinheiro para manter a sobrevivência de seus habitantes graças ào dinheiro do tráfico; Ja o policial, arrisca sua própria vida por uma causa que nem é sua, e ainda acha normal a popularização de uma música que desvaloriza seu trabalho e os ameaçam de morte, ja que no mundo “tem coisas piores”.

        Não é porque existem coisas piores no mundo que não se deve dar atenção à absurdos espalhados pela indústria do entrentenimento, e se ninguém se importa para a letra que humilha os policiais(“…pra subir aqui no morro até a Bope tremeu, não tem molhe pro exército, civil nem pra PM…”), esse tipo de produção cultural vai continuar existindo e divulgando ódio infundado; Digo infundado, porque se tem alguém que o povo deve enfrentar para vencer são as elites, e não o próprio povo, que sofre e ainda não descobriu que só depende deles próprios para mudar essa situação.

Publicado por: lucasgrandefranco | janeiro 4, 2008

O que seria liberdade na tv?

      Bom, quem le os textos da minha rede de blogs ja deve ter percebido  que a prioridade aqui é debater sobre o bem estar da sociedade como um todo; Há blogs para todas as finalidades: alguns falam da complexidade da mente humana, jogando em posts versos de amores e desilusões, da complexidade da mente humana e da simplicidade de viver; Há blogs que ‘buscam o bem da sociedade'(teoricamente, estes estariam unidos ào meu ideal), mas com práticas diferentes, oras defendendo o sistema atual, oras partindo para o extremo conservadorismo exigindo a privatização do mundo, achando esta uma revolução benéfica.

        O post de hoje traz uma discussão  que de alguma forma mexe com meus interesses pessoais(eu usarei o coletivo como pretexto) que lutam contra os interesses de grupos dominantes, e que serão escritos por mim tentando mostrar à você leitor, com o mínimo de omissões e máximo de explicações(ja que não existe parcialidade no jornalismo) o que é o projeto de lei nº 29/2007, que visa impôr à tv por assinatura brasileira uma reforma, em que 50%  de todos os canais deverão ser nacionais e pelo menos 10% do conteúdo de todos eles(até os estrangeiros) também. Proponho  a você que leia diversas fontes afim de ter um melhor entendimento e formação de opinião pessoal sobre este assunto, ja que eu vou escrever em 1ªpessoa e afirmar minha opinião explicitamente.

           Primeiramente, países emergentes tem dificuldades de crescer justamente porque boa parte do capital que saí não volta, e sempre que isto ameaça não se repetir, ‘uma força maior’ tentará intervir, oras financiando guerra para destruir uma futura potência que ameaçe a hegemonia da Inglaterra(guerra do Paraguai),  oras desunindo dois povos irmãos, porque um deles não quer mais ceder Petróleo para os Eua(guerra De Irã-Iraque, este último, hoje inimigo dos estado unidenses, fora financiado para derrotar os ‘perigosos subversivos’ iranianos) e oras amedrontando a população que, caso boa parte da programação televisiva se torne nacional, piorará, e no entanto, o Brasil tem excelentes profissionais da área de comunicação que precisam de oportunidade para crescer junto desse país, mas quem conheçe história sabe que é normal qualquer tipo de intervenção de fora(mesmo que seja representada por um pronunciamento de um brasileiro) para barrar o crescimento do emergente, aliás, seria estranho se tudo fosse fácil, e simplesmente o projeto de lei fosse colocado em prática sem resistência dos interesses de empresas estrangeiras.

            O povo brasileiro precisa de emprego, e são os empregados daqui ganhando mais dinheiro que consumirão aqui dentro, e assim empresas de vários ramos terão mais capital de giro, a economia irá esquentar e crescer, além dos telespectadores contarem com uma programação espelhada na sua realidade.

             O site da Uol colocou um título sensacionalista para a matéria com este tema: “Projeto de lei ameaça piorar a tv paga”; Com isso ela chamou nós, comunicadores brasileiros, de incapacitados de gerar entrentenimento de qualidade? Em 1º lugar, hora nenhuma no projeto de lei houve referência à extinção dos atuais canais, e sim de que 50% dos canais deverão ser brasileiros, portanto, poderão surgir novos canais sem que os outros deixem de existir; Em 2º lugar, no mínimo 10% da programação de todos os canais deverá ser brasileira, o que dá 2 horas e 40 minutos diários, podendo canais de filmes passarem pelo menos um filme brasileiro por dia, canais infantis passarem desenhos animados de cartunistas que nunca viram suas obras ganhando tais dimensões e que a CNN ceda 2 telejornais para notícias locais, ou seja, 2 horas e 40 minutos será o bastante para gerar bons empregos e será pouco para canais de tv por assinatura que tem suas programações limitadas e muitas vezes, por falta de opção, acabam repetindo o programa muitas vezes por semana.

         Como diria Charles de Montesquieu: ”Se a França produzir tudo o que consome e consumir tudo o que produz, será a mais rica das nações”, ou seja, a chave do sucesso para uma nação é exportar mais e importar menos, e nós brasileiros nunca colocamos em prática plenamente, oras vendíamos cana de açucar para os holandeses, que transformavam em melaço e nos vendiam mais caro, oras hoje em dia, em que indústrias multi-nacionais se instalam aqui sem pagar imposto por anos, usam argumento que estão gerando mais empregos, quando os cargos mais altos estão com os estrangeiros, e a maior parte do faturamento sai do país. Com a tv por assinaturaas coisas podem mudar: dar oportunidade para os brasileiros terem mais espaço fará o dinheiro sair menos, e o medo da mudança tem sido o único argumento dos que lutam contra esse projeto de lei, pois somos criados desde cedo à temer, a esperar pelo pior, e não pelo melhor; Saímos de casa com medo de ser assaltados, e não com a esperança de encontrarmos alguém que não víamos há muito tempo; Dizemos para os bebês que se estes não dormirem, a ‘Cuca irá pegar’, achando este o método mais eficiente para o fazer dormir(o método até funciona, mas não por falta de recursos na pedagogia que visa preparar a criança para superar seus medos).

            A ABTA(associação brasileira de tv por assinatura) está na contra mão da tv aberta, que com a tv digital promete democratizar os meios de comunicação, suprindo o espaço deixado por jornais impressos, que não tem mais a mesma força devido a meios de comunicação com atualizações instantâneas. Liberdade na tv é dar voz há quem não conseguiria lutar em pé de igualdade com quem vive protegido pelo sistema; Abaixo, o nome dos deputados envolvidos neste e em outros projetos de lei que visam nacionalizar parte da tv por assinatura brasileira:


Projeto de Lei nº 29, de 2007
Autor: Deputado Paulo Bornhausen (DEM/SC)

Substitutivo ao Projeto de Lei nº 29, de 2007
Relator: Deputado Wellington Fagundes (PR-MT)
Projeto de Lei nº 70, de 2007
Autor: Deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP)
Projeto de Lei 332/07
Autores: Deputado Paulo Teixeira (PT-SP) e Deputado Walter Pinheiro (PT-BA)
Projeto de Lei nº 1.908, de 2007
Autor: Deputado João Maia (PR/RN)

Abaixo, algumas fontes:

http://noticias.uol.com.br/uolnews/celebridades/ooops/2007/12/06/ult2548u431.jhtm

http://www.youtube.com/watch?v=wyJKJfUa-Rc&eurl=http://www.liberdadenatv.com.br/assista.aspx

http://www.liberdadenatv.com.br/entenda.aspx

Publicado por: lucasgrandefranco | dezembro 9, 2007

Concorrência desleal

       Como pode um simples mercadinho de bairro competir com uma rede de supermercados? Bom, o vilão da competição entre grandes e pequenos ou médias empresas não são necessariamente as ‘super redes’, que estão fazendo o papel delas algumas das vezes sem ferir valores éticos: a culpa é do estado, que deveria intervir mais na localização de grandes empresas privadas e cobrar delas mais impostos, ja que elas naturalmente ja se beneficiam pelo sistema e assim, ào inves de esse supermercado vender de tudo e com o preço mais barato(quebrando os pequenos empresários e seus empregados, que são maioria se somadas todas essas instituições menores espalhadas por todo o país), ela venderá no mínimo com o mesmo preço, e aí, a escolha será do consumidor: comprar, por exemplo, na padaria do simpático português bigodudo Manoel(oprimido) ou na mão dos grupos dominantes cheio de capital estrangeiro que pouco desenvolve o país(não chega a ser opressor, pois ele pode agir de forma ética, mas é dominante, e o governo tem que puxar a ‘rédea’ para este poderoso ter seus poderes reduzidos, ja que numa sociedade se deveria proteger os emergentes, e não os fortes, que não precisam da ajuda, pois ja podem se virar sozinhos).

         A carga tributária brasileira espanta futuros empreendedores a abrirem seus negócios, e caso abra, estes vão querer o número de funcionários mínimo possível, e não necessariamente por ganância, e sim por sobrevivência(pois o que tem de empresário quebrado neste país não é brincadeira, arriscaria até que boa parte dos empresários fazem parte do povo de fato). Mais complicado que começar um negócio é mante-lo e adminsitra-lo com garra, afim de ter resultados positivos, sabendo que tudo conspira contra você(o governo com seus altíssimos impostos, e no caso do exemplo do mercadinho, os supermercados que vendem de tudo e mais barato, a segurança no país, que exige despesas extras…), mas o começo também é dificílimo: como o exemplo geral do nosso país são o das pessoas que não tem nada(às vezes passaram fome na infância) e precisam começar do zero, só há um jeito de dar o pontapé inicial: com os empréstimos arriscadíssimos dos bancos, com altas taxas de juros e nenhum sentimento humano como o de perdão de algumas parcelas e sabendo que do outro lado existe uma pessoa que assim como ele próprio, quer ser feliz(e no mundo que vivemos, infelizmente, dependemos do dinheiro, pois felicidade implica ‘no mínimo em ter o mínimo’ necessário para não viver na miséria, e mais: ambição em melhorar de vida deveria ser uma virtude, porém, quem está lá em cima quer acomodar o povo a viver feliz com sua miséria, acreditando que não se revoltando Deus o irá ajudar ou no outro extremo, que o arrocha aliviará suas tensões e o fará esquecer de que o mundo vai muito mais além das batidas das canções não-politizadas de Nara Costa e Silvano Sales).

           Nas escolas do Brasil, deveriam incentivar às crianças a serem empreendedoras, e não a serem futuras empregadas, e não que ser empregado é ruim(pelo contrário, sem empregado não haveria empresa), mas a grande maioria fica acomodada a ser empregada, e quem se torna empresária? As pessoas de sempre, que são beneficiadas pela renda familiar alta e assim, não precisam de empréstimos traiçoeiros, e esse ciclo se torna vicioso: de um lado, o povo acomodado com sua realidade, do outro, uma minoria dominante satisfeita com a manipulação das massas e que irá explora-los até existir uma revolta popular que acabe com essa realidade, mas vale lembrar que estes estão protegidos pelos meios de comunicação, que derrubarão qualquer tipo de ‘movimento que ameaçe a ordem e o sossego’ com o poder da palavra(afinal, porque será que a Veja e a Globo tanto criticam o MST, sem tocar no assunto que o absurdo maior é um país com área de 8.514.876,599 km² não ter reforma agrária, sendo que boa parte do seu povo trabalha no campo e não tem terra).

         O problema do Brasil parece não ter solução inicial: se a escola inventivasse crianças e adolescentes a serem sempresários, estariam fazendo uma utopia perigosa, estimulando massas à um ‘suicídio econômico coletivo'(ja que não há auxílio a estes nesta dura realidade). Se o governo, através de orgãos como o Sebrae, levar mais a sério o crescimento dos micro e médio empresários, estará ‘traindo’ os grandes, ja que se sabe que nosso país é repleto de políticos vendidos dispostos através de benefícios particulares a defenderem em seu ambiente de trabalho à causas  anti-sociais(aí, o mega-empresário estará sendo anti-ético, e passa de apenas dominate para se tornar também opressor, mas não acredito que seja todos, embora talvez seja ingenuidade minha), e a solução mais ‘fantasiosa’ de um jovem esperançoso e sem tanta noção do que acontece nos bastidores da política(especialemente porque a maioria das falcatruas não são reveladas, nem mesmo por revistas e jornais politiados): os mega-empresáriso vão perceber que o mundo deve ser um lugar mais justo, que ele não desejerá para o próximo o que não desejam para eles, então, vão ajudar os micro e médio empresários a crescerem cedendo dinheiro(e não empréstimo, dando sem receber algo em troca, um sentimento de pureza poucas vezes vistas no mundo da política) e assim, o mundo perderá as definições de grandesas empresariais, pois todos terão chances iguais e se tornará mais forte quem batalhar mais e quem tiver mais garra, e não quem tiver sido beneficiado(seria o fim do comodismo). Bom, depois dessa proposta, acho que caí da cama e acordei, por sinal, tive um lindo sonho, sonho da maioria, impedido pela minoria opressora(não necessariamente os mega-empresários, e sim os políticos safados e seus recursos).

Publicado por: lucasgrandefranco | novembro 13, 2007

Fifa Anthem, de Franz Lambert.

      Bom, quem ama futebol como eu, presta atenção nos mínimos detalhes de tudo que tenha haver com futebol, dentro ou fora dos gramados. A música que leva o título do post, ‘Fifa Anthem’, composta pelo alemão Franz Lambert(http://en.wikipedia.org/wiki/Franz_Lambert), é tocada em toda partida oficial da Fifa(seja ela de Beach soccer, futsal, copa do mundo masculina e feminina, amistoso, sub-20…) há muito tempo(segundo o wikipedia, desde a copa do mundo de 94, nos EUA, porém, o dvd da copa de 90 mostra a abertura com essa mesma música) e é famosa para quem presta atenção, pois esta melodia chama bastante atenção pela beleza.

         Porém, ela não é tão popular e nem é divulgada pela mídia, eu por exemplo nunca ouvi ninguém perguntando ‘você conhece a música de abertura dos jogos da copa?’; Talvez eu seja a única pessoa que eu conheça e que realmente a aprecie, e foi difícl baixá-la na internet, e pior: foi difícil achar o nome, pois no google eu tentei várias vezes a achar, escrevendo ”música + abertura + fifa”, “hino + copa + fifa”… Só quando me arrisquei na língua inglesa consegui: o nome da música é Fifa Anthem, e abaixo estão seus links, aposto que se você gosta de futebol irá reconhece-la. 

http://www.youtube.com/watch?v=0gP4QqiNMPs

http://www.youtube.com/watch?v=-ATPck9WkCo

Publicado por: lucasgrandefranco | setembro 26, 2007

O material e o espiritual.

       O corpo humano, dotado de carregar uma alma que comanda uma matéria tão complexa quanto o prório corpo humano, tem diversos mecanismos que até hoje estão sendo decifrados(uma das mais recentes descobertas é o código genético). Normal que diante de tanta complexidade ele tenha falhas e defeitos.

          As falhas(pense que as máquinas mais complexas são as mais sujeitas a dar defeito), mais conhecidas como doenças, podem ser evitadas com medidas preventivas, como alimentação saudável(pois se tu deres menos trabalho com a absorção do combustível, melhor), revisões(no médico, para detectar problemas) e exercícios físicos(pois, ào contrário da máquina, ele envelhece mais tarde se for mais usado- bem usado, diga-se de passagem); Os defeitos podem ser porblemas de visão, pré-disposição genética a certa doença… O importante é saber que o corpo só funciona com a alma, mas a alma é independente, e acaba sendo ‘manipulada’ ao ser misturada com a ‘carne corporal'(por isso temos tesão e despertamos para os 5 sentidos, além de movermos as partes do corpo, mas continuo achando que a audição e a visão são universais, ou seja, são executados também pelo espírito- e não necessariamente fazendo parte de um corpo físico).

         O mundo material é a maior prova de saber se a alma está preparada para mandar nela mesma, ja que é difícil mandar em si mesmo com os ‘prazeres da carne'(tesão, vontade de comer alimentos saborosos…- eu mesmo não estou preparado e não quero estar preparado nessa vida =P, mas quero curtir bem a fase material ao mesmo tempo que aprendo coisas espiritualmente). Após a auto-dominação(conhecimento profundo de si mesmo, alcançado por Buda, Jesus Cristo, Sai Baba e outros monges) passa-se dessa prova de fogo no planeta Terra para uma próxima(que eu não faço idéia, mas não acho que deva existir pressa, afinal, um dia você vai chegar lá mesmo, e como o nome mesmo diz, “a eternidade sempre estará esperando”, ela não vai fugir, então, vamos beber(tomar todas, uhuu), falar besteira e fazer coisas simples e simplórias de forma responsável, porém, sem esquecer que ficar parado, na ‘inércia’ tendo todo conhecimento de tudo isso é desnecessário, e através da lei da física, transmito essa mensagem: “sua velocidade e aceleração não precisam ser altas: bastam não ser negativas nem nulas, e terás a certeza de que estás no caminho certo, pois entre os vários caminhos a serem escolhidos, os que eu prefiro são o do progresso sem esquecer de curtir a caminhada, a TRILHA maravilhosa e arborizada da vida”.

            Daí a importância das trilhas pela natureza, como na mata Atlâmtica, Chapada Diamantina e Amazônia- das que eu fui-: nas trilhas ninguém tem pressa de chegar(ou pelo menos não deveria, se estiver em sintonia com a ideologia da trilha), apesar de saber que o destino final é o fim da trilha- ja que o guia não vai passar a eternidade nos guiando- todos curtem o som dos passarinhos e o vento batendo nas árvores, até quando der, até quando acabar a trilha.

Publicado por: lucasgrandefranco | setembro 12, 2007

Breve resumo de história universal

      Tem coisas da história que assim como aconteceram nesse mundo, aconteceriam em qualquer outro.

        A gradual “racionalização” do ser humano, antes primata semelhante ào macaco, que obteve pequenas conquistas(fogo, roda, matemática, e para entrar para a história- e sair da préhistória – o alfabeto) e foi ‘obrigado’ a evoluir, ja que vivia como macacos(pulando de galho em galho), mas com o fim da aproximação entre as árvores(numa mudança climática ocorrida devido ào surgimento de serras na costa leste africana que impossibilitaram a humidade de chegar nas florestas, e assim surgiram as savanas africanas e obviamente a separação das árvores) o primata teve que descer da árvore até o chão para subir em outra árvore, e assim, passou a andar com os pés(e não com 4 patas), aprendeu a se defender de ferozes animais que encontavam no caminho, perdeu a cauda(para facilitar a locomoção) e com a ingestão de proteínas gradulmente seu cérebro cresceu, e assim nasceu a racionalidade, sendo que muitos cientistas acreditam que sejamos a 5ª geração de ‘seres pensantes'(os outros foram extintos, assim como nós podemos ser extintos com o aquecimento global- e assim sermos a geração ‘mais curta’- e outras gerações surgirão- nós podemso deixar de existir, mas o planeta vai continuar havendo vida até quando existir luz solar para aquece-lo, e mesmo sem luz solar, haverá planeta, embora somente com estrutura sólida e fria) e, quando uma geração é extinta, não sobram  ‘nenhum’ vestígio de civilização(sobram apenas pedra, e os fósseis que analisamos), portanto, se um dia deixarmos de existir, provavelmente não acharão nada de vestígio, só os nossos ossos(nada de computador, móveis, roupas- se bem que alguns pesquisadores acharam no Iraque uma pilha de energia que provavelmente foi usada por uma geração que não a nossa). Vale lembrar que somos Homo Sapiens(da seca, originários da África), e extinguimos o Homo Neandertal(do gelo, originários do norte), embora tivemos a mesma origem(Homo Erectus, o último primata ‘parecido com agente’- claro, se tirasse boa parte dos pelos, até que confundiria, mas para trás, inconfundível) 

        Começando á falar de civilização, que surgiu na crescente fértil e se interligou em direção à toda Europa e sempre existiram de forma exolada por muito tempo no extremo oriente(da Índia ào Japão).

        A tirania de líderes que manipulam através da inteligência(e não da força física), a opressão ào mais fraco, a consolidação do mais forte e seu declínio(especialmente o império Romano), o mundo onde, sem escolha, vários homens trabalham para um tirano que, sabendo que seus súditos não tem para onde ir, dá-lhe de recompensa lugar para morar, trabalhar e “levar a vida”(feudalismo), e, após a loucura de um período de “opressão espiritual” num ambiente onde o conhecimento(ciência) é inexistente(idade média), um banho de conhecimento(renascimento cultural e científico) toma conta de um território que acha que o mundo é mais além do que se vê(expansão marítima), e, ao conhecer indivíduos ‘indefesos e desorganizados'(nativos da América) por não seguirem a “ordem em que a força cresceu gradualmente através da história”(história da Europa, ‘mais antiga que a dos americanos), sofreram na mão de opressores e até hoje sofrem, pois na história “sempre” quando se tenta revolucionar(como Che Guevara) essa revolução atinge um número limitadíssimo de liberdade(Cuba, que mesmo assim, pagou o preço com o bloqueio continental imposto pelos EUA àos outros países) pois seu líder tem hora ‘quase que marcada’ para morrer(Che Guevara, ao ser perseguido, foi assassinado por tentar cumprir seu objetivo de salvar a América da sua mancha histórica, mas sua expansão acabou na Bolívia, 2º país que ele iria libertar).

          Numa época em que “explorar estava na moda”(imperialismo na África e Ásia), 2 países entraram ‘tarde na moda'(Itália e Alemanha) e, tentando ‘tirar o tempo perdido’, invadiram colônias que pertenciam a outras nações(ja que não praticamente não havia lugar descolonizado), e esse foi um dos motivos para um conflito que ja parecia previsível(1ª guerra mundial). A Alemanha foi humilhada, perdeu território e teve que pagar idenização àos outros países europeus(que de santos não tinham nada), e, não suportando essa humilhação, nasceu um sentimento forte de vingança(nazismo), que como todo movimento teve seu líder(Hietler) e, para enriquecer mais seu império expansionista(Alemanha nazista), começou a matar um povo que havia enriquecido muito na época do feudalismo(os judeus, que, por não terem terras, começaram desde cedo a ‘mexer com dineheiro’, atuando como agiotas, e assim, com o fim da ‘super-valorização das terras’ com o declínio do feudalismo e entrada do capitalismo, os judeus são até hoje ricos). O começo da expansão nazista gerou aliados(Itála fascista e império Japonês, formando o ‘eixo’) dispostos a comandar a nova ordem mundial, o que gerou a 2ª guerra mundial, e, após a derrota do eixo, países que se uniram para ‘bater o mal maior'(EUA e URSS) agora voltam a realidade, em que são rivais, e brigam para conquistarem adeptos de suas doutrinas(a Alemanha foi dividida em 2, por exemplo).

        Enfim, esse resumo histórico parece ser da natureza de qualquer ser material(dotado de emoções boas a más, especialmnte más- pois conhecemos o ser humano mais pela malvadeza, mas sabemos que dentro de cada um de nós a muitos sentimentos que não conhecemos, e mesmo confiando em nosso caráter, muitos de nós temos ‘malvadezas dentro de nós’, embora alguams não interfiram na qualidade de vida do póximo-são os ciúmes moderados, a raiva de perder…), seja ele do Planeta Terra ou de qualquer outro planeta(lembrando que não necessariamente nessa mesma ordem cronológica, mas muitas coisas da história mundial são universais- e não apenas mundiais). Infelizemente, esse é o preço do livre arbítrio no decorrer de sua história, mas esperamos um dia re-estabelecer uma ordem harmoniosa, e que todo esse sofrimento vire apenas páginas de história e possamos viver realemnte bem(essa é uma leve dose de utopia), mas para isso, não se muda a cabeça das pessoas(isso é o cumulo da utopia) e sim a vigilância cada vez mais fortes de estratégias, como nas leis e acabando com álibis que possam levar uma pessoa a cometer o mal(como aconteceu no nazismo, em que a Inglaterra e França tiveram grande parcela de culpa por humilharem a Alemanha, porém, nada justificou as ações lideradas por Hietler).

Publicado por: lucasgrandefranco | agosto 24, 2007

Mônica Veloso na Playboy.

     Bom, o critério principal para ser escolhida a capa da revista masculina mais popular do Brasil é a beleza. Porém, “beleza não é tudo”. Essa frase poderia ganhar um cunho reflexivo, mas o que há além da beleza estética não é a beleza interior, o conteúdo e a mentalidade das “coelinhas” da Playboy, e sim alguns acontecimentos, como recentemente o caso do senador alagoano Renan Calheiros com a jornalista Mônica Veloso(com quem tem uma filha de 3 anos), que em breve pousará para a revista.

          A Playboy usa alguns momentos interessantes para aumentar o interesse do público, como o sinalizador que foi lançado no Maracanã que caiu dentro do campo no jogo Brasil e Chile pelas eliminatórias para a copa de 90. Quem lançou o ROJÃO(por ironia, caiu em cima do goleiro ROJAS) foi Rosenery Mello do Nascimento Barcelos da Silva, que 2 meses e meio depois, ja famosa na imprensa com o apelido de ”Fogueteira do Maracanã”, pousou para a Playboy por US$ 40.000,00.

         A criatividade na jogada de marketing é interessante e divertida, mas esperamos que o exagero não supere o bom senso, e que no futuro as capas da Playboy não “evoluam” para acontecimentos como “A linda publicitária que subornou toda a polícia” ou “a assaltante de banco mais gata da história”. Acho que colocar Mônica Veloso(38 anos e realmente bonita) na capa atingiu o limite do bom senso, portanto, é tolerável.

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